
sábado, 18 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
terça-feira, 7 de agosto de 2007

(a imagem é apenas algo de que gosto muito...a minha gente)
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Naquela larga língua de areia,
ladeada por milho verde e mar de verdade,
guardada pelo velho forte,
bem mais novo que o céu azul que a cobre,
olhando num perto que parece longe,
o monte de amor, dor e morte,
em que se vislumbra um farol, que em bicos de pés,
espreita por cima das árvores para lá do horizonte,
num acertado, inequívoco e claro testemunho
de que o querer ver se conjuga com sofrer,
nessa praia que é de todos,
sinto um espaço meu de quase toda a minha vida,
e que bom seria que um dia,
no contra-ponto do primeiro
fosse de toda ela por inteiro.
terça-feira, 31 de julho de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
...Ingmar Bergman...1918-2007...

Morreu o realizador sueco Ingmar Bergman, aos 89 anos. Bergman nasceu a 14 de Julho de 1918, em Uppsala, a norte de Estocolmo. A sua estreia no mundo cinematográfico aconteceu em 1955, com "Sorrisos de Uma Noite de Verão", uma comédia de costumes sofisticada que tinha como cenário a Suécia da viragem do século. O filme acabou por vencer o prémio de melhor comédia no Festival de Cannes em 1956. O reconhecimento internacional chegou com a película "O Sétimo Selo", passada na Idade Média, que venceu o prémio do júri de Cannes em 1957. Filmes como "Cenas de um Casamento" e "Fanny e Alexandre", nomeados para os Óscares, deram a Bergman o estatuto de grande mestre do cinema moderno europeu. Em 1963, Bergman foi nomeado director do Teatro Nacional sueco e em 1985 recebeu a distinção de comendador da Legião de Honra francesa. Em 1987 publicou a sua autobiografia, "A Lanterna Mágica". Um ano depois, fundou, com outros dois cineastas, a Academia Europeia de Cinema. Em 1997 recebeu a Palma de Ouro de carreira no Festival de Cannes. Anunciou a sua retirada em 2004, aos 86 anos de idade.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
...Cyrano de Bergerac...


Esta obra, que já foi encenada centenas de vezes em todo mundo e inspiradora de alguns filmes (o meu preferido é o realizado por Rappeneau, em que a personagem é magnificamente interpretada por Gérard Depardieu), é magistral e conta uma história extraordinária de um homem extraordinário – e do seu nariz -, em cuja personalidade se mesclam a audácia, a coragem, a entrega absoluta à paixão, a lealdade, a fidelidade, a fanfarronice, o romantismo, o burlesco, a generosidade…
Enfim...a ler ou a reler.
P.S. Je suis un peu Cyrano…et ce n’est pas seulement à cause de mon nez, je vous assure :))











